Esse blog tem como objetivo colocar à disposição notícias,imagens e informações diversas, que possam ser de interesse aos estudantes de Geografia e áreas afins.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Volta para casa
sábado, 19 de dezembro de 2009
Mudanca de Planos
Mudamos os planos de saìda. Tivemos que ir por Uruguaiana. Pegaremos um ônibus atè Buenos Aires para depois fazer a conexao para Salta. O ônibus sai as 21h de Paso e chegaremos na Capital Federal as 6h da manha.
Vamos aproveitar e ficar uns dois dias em Buenos Aires. Logo escrevo relatos de là.
Em Paso a rodoviària è um lixo, mas melhor que ficar em Uruguaiana.
Abracos.
Obs: - 1h. devido ao horàrio de verao no Brasil.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Final de Ano nos Andes
Mesmo não possuindo um roteiro fixo, temos um trajeto inicial definido que pode sofrer algumas alterações durante a viagem.
- Santa Maria – São Borja/Santo Tomé
- Resistência – Salta
- Salta – Purmamarca
- Purmamarca - Tilcara
- Tilcara – Humahuaca
- Humahuaca – Iruya
- Iruya - La Quiaca/Villazón - Uyni
- Uyni – Oruro
- Oruro – La Paz
- La Paz – Copacabana - Isla do Sol
- Copacabana - Puno
- Puno – Cusco (Talvez Puno - Arequipa - Cusco)
- Volta (melhor não pensar no caminho da volta agora..eheh)
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Nuvens

As nuvens são formadas pelo resfriamento do ar até a condensação da água. A subida e expansão do ar para níveis onde a pressão atmosférica é menor provoca a expansão do volume do ar. Esta expansão requer ernergia que é absorvida do calor da parcela de ar e isso provoca a descida da temperatura e a condensação do ar, formando as nuvens. Esse processo é conhecido por resfriamento adiabático.
Uma vez formada, a nuvem poderá evoluir, crescendo cada vez mais ou se dissipando. A dissipação da nuvem resulta da evaporação das gotículas de ar que a compõem causada por um aumento na temperatura decorrente da mistura do ar com outra massa de ar mais aquecida, pelo aquecimento adiabático ou pela mistura com uma massa de ar seco.
Uma nuvem pode surgir quando uma certa massa de ar é forçada a deslocar-se para cima acompanhando o relevo (origem orográfica) ou devido ao encontro com outra massa de ar de temperatura e densidade diferente (frontogênese).
Uma característica que diferencia os variados tipos de nuvens é a altura em que elas se formam, ou onde se encontra sua base e seu topo. Quanto ao seu aspecto podem ser:
Ø Estratiformes - desenvolvimento horizontal, cobrindo grande área; de pouca espessura; pricipitação de caráter leve e contínuo.
Ø Cumuliformes - desenvolvimento vertical de grande extensão; surgem isoladas; precipitação forte, em pancadas e localizadas.
De acordo com o Atlas Internacional de Nuvens da OMM (Organização Meteorológica Mundial) existem três estágios de nuvens:
· Nuvens Altas: base acima de
· Nuvens Médias: base entre
· Nuvens Baixas: base até
Tipos de Nuvens
Nuvens Baixas
- Cumulus – Cu: tem contornos bem definidos, assemelham-se a uma couve-flor, possuem uma cor bem branca quando iluminada pelo sol. Podem ser de origem orográfica ou convectivas. Provocam precipitação na forma de pancadas, constituídas principalmente por gotículas de água, mas podem conter cristais de gelo no topo. Variações: humilis, quando apresentam desenvolvimento vertical; mediocris, quando possuem o topo arredondado; fractocumulus, quando se desmancham por causa de alguma turbulência.
- Congestus: tem bordas protuberantes no topo e considerável desenvolvimento vertical, indica profunda instabilidade e favorecimento por escoamento ciclônico em altitude.
- Cumulonimbus – Cb: com grande desenvolvimento vertical apresenta a forma de uma montanha, base entre 700 e
- Stratocumulus – Sc: lençol contínuo ou descontínuo, de cores cinzentas ou esbranquiçadas. É formada por gotículas de água e estão associadas a chuvas fracas. Variações: cumulusgenitus, vesperalis.
- Stratus – St: muito baixas, coladas a superfície, podendo formar o nevoeiro. Apresenta topo uniforme (ar estável) e produz chuvisco (garoa).
Nuvens Médias
- Nimbostratus – Ns: nuvens de grande extensão (muito espessa) e base difusa formadas por gotas de chuva, cristais ou flocos de gelo com cor bastante escura. Produz precipitação intermitente e mais ou menos intensa.
- Altostratus – As: assemelham-se a um lençol cinzento, às vezes azulado, sempre tem umas partes finas que permitem ver o sol. É formada por gotas de chuvas e cristais de gelo. Precipitação leve e contínua.
- Altocumulus – Ac: nuvem cinza (às vezes branca) que apresenta sombras próprias e tem a forma de rolos ou lâminas fibrosas ou difusas. Raramente contém cristais de gelo e por entre as nuvens deste tipo é possível enxergar pedaços do céu claro. Constituem o chamado “céu encarneirado”. Variações: lenticularis, radiatus, cumulusgenitus, opacus, plocus ou castellatus.
Nuvens Altas
- Cirrus – Ci: nuvens com brilho sedoso, isoladas e formadas por cristais de gelo parecendo convergir para o horizonte. Podem se formar da evolução da bigorna da cumulusnimbus. Variações: filosus ou fibratus, uncinus, spissatus ou nothus, ou densus.
- Cirrocumulus – Cc: delgadas, compostas de elementos muito pequenos em forma de grânulos e rugas. Indicam base de corrente de jato e turbulência. Variações: stratiformis, lenticularis, castellatus.
- Cirrostratus – Cs: nuvens parecidas com um véu transparente, fino e esbranquiçado que dão ao céu um aspecto leitoso. Constituída por cristais de gelo. Não encobrem o Sol ou a Lua, foram o fenômeno de halo. Variações: fibratus, nebulosus.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Grandes Túneis
Inaugurado em 13 de Março de 1988, o túnel Seikan é um pouco mais longo do que o Eurotúnel e contém um trecho de 23,3 km sob o leito marinho. Conecta a prefeitura de Aomori, na ilha japonesa de Honshu, e a ilha de Hokkaido, como parte da linha Kaikyo do sistema ferroviário japonês.
O Eurotúnel ou Túnel da Mancha também é um túnel ferroviário submarino de 50,5 km que atravessa o Canal da Mancha ligando a França à Inglaterra. A sua construção foi bastante demorada e o início das obras sofreu alguns adiamentos até a sua efetiva inauguração em 1994.

Fonte: Wikipédia.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
RS: Presidente da Assembléia acata pedido de impeachment de Yeda

domingo, 23 de agosto de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
Atlas dos Sertões Brasileiros I
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Atlas do IBGE - Brasil Meridional
Em 86 páginas e quatro capítulos, o Atlas retrata o Brasil meridional: a Campanha Gaúcha, as Colônias, o Vale do Itajaí e o Norte do Paraná, através de fotos, imagens de satélite e mapas em diferentes escalas. Há um capítulo especial sobre as Missões Jesuíticas que, apesar de não constituírem uma região geográfica brasileira, têm importância estratégica para a compreensão do processo de constituição do Rio Grande do Sul.
Cada capítulo apresenta a região inicialmente como a Geografia a definiu, tanto por geógrafos do IBGE quanto de outras instituições. Esta parte contém textos e mapas. Segue-se a percepção da região pela literatura e passagens de romances que permitem sua visibilidade – capítulo intitulado Região e Romance. Por fim, são apresentados os mapas localizando a região citada pelos romances e fotos ou imagens da mesma.
Os próximos volumes do Atlas serão dedicados aos Sertões Brasileiros, Amazônia e Costa Brasileira, mantendo a preocupação com a qualidade da informação e utilizando a geografia de forma dinâmica.
Clique aqui para baixar o atlas do Brasil Meridional.








