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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Volta para casa

Depois de 4 ônibus, 2 coletivos, 2 aviões e 2 táxis chegamos em casa.
Não foi possível postar aqui o relato periódico da viagem, pois nem sempre tínhamos acesso a internet ou tempo pra digitar.
Toda a viagem valeu muito a pena!
O relato completo será postado no site do www.mochileiros.com e colocarei um link para ser acessado pelo blog.

Abraço a todos!

A verdadeira arte de viajar...

A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!


sábado, 19 de dezembro de 2009

Mudanca de Planos

Estou escrevendo de Paso de Los Libres na Argentina.
Mudamos os planos de saìda. Tivemos que ir por Uruguaiana. Pegaremos um ônibus atè Buenos Aires para depois fazer a conexao para Salta. O ônibus sai as 21h de Paso e chegaremos na Capital Federal as 6h da manha.

Vamos aproveitar e ficar uns dois dias em Buenos Aires. Logo escrevo relatos de là.

Em Paso a rodoviària è um lixo, mas melhor que ficar em Uruguaiana.

Abracos.

Obs: - 1h. devido ao horàrio de verao no Brasil.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Final de Ano nos Andes


Após vários anos falando em uma tal viagem pela América Latina, finalmente colocaremos o pé na estrada.

Mesmo não possuindo um roteiro fixo, temos um trajeto inicial definido que pode sofrer algumas alterações durante a viagem.

- Santa Maria – São Borja/Santo Tomé
- Santo Tomé – Resistência
- Resistência – Salta
- Salta – Purmamarca
- Purmamarca - Tilcara
- Tilcara – Humahuaca
- Humahuaca – Iruya
- Iruya - La Quiaca/Villazón - Uyni
- Uyni – Oruro
- Oruro – La Paz
- La Paz – Copacabana - Isla do Sol
- Copacabana - Puno
- Puno – Cusco (Talvez Puno - Arequipa - Cusco)
- Cusco - Machu Picchu
- Volta (melhor não pensar no caminho da volta agora..eheh)

Toda a viagem será realizada de ônibus ou trem. O tempo é o que menos importa, pois a idéia é conhecer a paisagem física e cultural dos lugares.

A saída será dia 18/12, visando também fugir um pouco das festividades insuportáveis de final de ano.

Para quem deseja acompanhar a viagem, tentaremos postar alguns relatos aqui no blog. As fotos estarão disponível no link ao lado.

Um grande abraço a todos!

Bruno Freitas da Silva
Rogério Marques Silva


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Nuvens



Através da observação das nuvens podemos observar, ou identificar, as condições atmosféricas de determinado local, pois estas refletem em sua quantidade, forma e estrutura. As nuvens são a umidade do ar condensada. São constituídas por gotículas de água e/ou cristais de gelo.

As nuvens são formadas pelo resfriamento do ar até a condensação da água. A subida e expansão do ar para níveis onde a pressão atmosférica é menor provoca a expansão do volume do ar. Esta expansão requer ernergia que é absorvida do calor da parcela de ar e isso provoca a descida da temperatura e a condensação do ar, formando as nuvens. Esse processo é conhecido por resfriamento adiabático.

Uma vez formada, a nuvem poderá evoluir, crescendo cada vez mais ou se dissipando. A dissipação da nuvem resulta da evaporação das gotículas de ar que a compõem causada por um aumento na temperatura decorrente da mistura do ar com outra massa de ar mais aquecida, pelo aquecimento adiabático ou pela mistura com uma massa de ar seco.

Uma nuvem pode surgir quando uma certa massa de ar é forçada a deslocar-se para cima acompanhando o relevo (origem orográfica) ou devido ao encontro com outra massa de ar de temperatura e densidade diferente (frontogênese).

Uma característica que diferencia os variados tipos de nuvens é a altura em que elas se formam, ou onde se encontra sua base e seu topo. Quanto ao seu aspecto podem ser:

Ø Estratiformes - desenvolvimento horizontal, cobrindo grande área; de pouca espessura; pricipitação de caráter leve e contínuo.

Ø Cumuliformes - desenvolvimento vertical de grande extensão; surgem isoladas; precipitação forte, em pancadas e localizadas.

De acordo com o Atlas Internacional de Nuvens da OMM (Organização Meteorológica Mundial) existem três estágios de nuvens:

· Nuvens Altas: base acima de 6 Km. de altura;

· Nuvens Médias: base entre 2 a 4 Km. de altura nos pólos, entre 2 a 7 Km. em latitudes médias e entre 2 a 8 Km. no Equador;

· Nuvens Baixas: base até 2 Km. de altura.

Tipos de Nuvens

Nuvens Baixas

- Cumulus – Cu: tem contornos bem definidos, assemelham-se a uma couve-flor, possuem uma cor bem branca quando iluminada pelo sol. Podem ser de origem orográfica ou convectivas. Provocam precipitação na forma de pancadas, constituídas principalmente por gotículas de água, mas podem conter cristais de gelo no topo. Variações: humilis, quando apresentam desenvolvimento vertical; mediocris, quando possuem o topo arredondado; fractocumulus, quando se desmancham por causa de alguma turbulência.

- Congestus: tem bordas protuberantes no topo e considerável desenvolvimento vertical, indica profunda instabilidade e favorecimento por escoamento ciclônico em altitude.

- Cumulonimbus – Cb: com grande desenvolvimento vertical apresenta a forma de uma montanha, base entre 700 e 1.500 metros com topos chegando de 24 a 35 Km. de altura. No topo, geralmente apresenta a forma característica de uma bigorna, devido a expansão horizontal em decorrência dos ventos nas camadas superiores da atmosfera. É uma nuvem mais escura formada por grandes gotas de água e granizo, podendo conter cristais de gelo no topo. Está associada a tempestades fortes com raios e trovões.

- Stratocumulus – Sc: lençol contínuo ou descontínuo, de cores cinzentas ou esbranquiçadas. É formada por gotículas de água e estão associadas a chuvas fracas. Variações: cumulusgenitus, vesperalis.

- Stratus – St: muito baixas, coladas a superfície, podendo formar o nevoeiro. Apresenta topo uniforme (ar estável) e produz chuvisco (garoa).

Nuvens Médias

- Nimbostratus – Ns: nuvens de grande extensão (muito espessa) e base difusa formadas por gotas de chuva, cristais ou flocos de gelo com cor bastante escura. Produz precipitação intermitente e mais ou menos intensa.

- Altostratus – As: assemelham-se a um lençol cinzento, às vezes azulado, sempre tem umas partes finas que permitem ver o sol. É formada por gotas de chuvas e cristais de gelo. Precipitação leve e contínua.

- Altocumulus – Ac: nuvem cinza (às vezes branca) que apresenta sombras próprias e tem a forma de rolos ou lâminas fibrosas ou difusas. Raramente contém cristais de gelo e por entre as nuvens deste tipo é possível enxergar pedaços do céu claro. Constituem o chamado “céu encarneirado”. Variações: lenticularis, radiatus, cumulusgenitus, opacus, plocus ou castellatus.

Nuvens Altas

- Cirrus – Ci: nuvens com brilho sedoso, isoladas e formadas por cristais de gelo parecendo convergir para o horizonte. Podem se formar da evolução da bigorna da cumulusnimbus. Variações: filosus ou fibratus, uncinus, spissatus ou nothus, ou densus.

- Cirrocumulus – Cc: delgadas, compostas de elementos muito pequenos em forma de grânulos e rugas. Indicam base de corrente de jato e turbulência. Variações: stratiformis, lenticularis, castellatus.

- Cirrostratus – Cs: nuvens parecidas com um véu transparente, fino e esbranquiçado que dão ao céu um aspecto leitoso. Constituída por cristais de gelo. Não encobrem o Sol ou a Lua, foram o fenômeno de halo. Variações: fibratus, nebulosus.


sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Grandes Túneis

O túnel Seikan (青函トンネル Seikan Tonneru ou 青函隧道 Seikan Zuidō) é um túnel ferroviário sob o estreito de Tsugaru, no Japão e o mais longo túnel ferroviário do mundo, com 53,85 km. Continuará sendo o mais longo do mundo até que o novo túnel de São Gotardo (na Suíça), com 57 km, seja concluído.

Inaugurado em 13 de Março de 1988, o túnel Seikan é um pouco mais longo do que o Eurotúnel e contém um trecho de 23,3 km sob o leito marinho. Conecta a prefeitura de Aomori, na ilha japonesa de Honshu, e a ilha de Hokkaido, como parte da linha Kaikyo do sistema ferroviário japonês.

O Eurotúnel ou Túnel da Mancha também é um túnel ferroviário submarino de 50,5 km que atravessa o Canal da Mancha ligando a França à Inglaterra. A sua construção foi bastante demorada e o início das obras sofreu alguns adiamentos até a sua efetiva inauguração em 1994.

O Túnel de base de São Gotardo (TBSG) é um túnel ferroviário em construção na Suíça. Terá um comprimento de 57 km e um total de 153,5 km de túneis, poços e passagens previstas, sendo então o mais longo túnel do mundo, ultrapassando o Túnel Seikan. O projeto inclui dois túneis separados de uma via cada. Permitirá ultrapassar rotas montanhosas e estabelecer um caminho direto para linhas de alta velocidade e comboios de carga. Diminuirá para 3,5 horas o tempo atual da viagem entre Zurique e Milão, uma hora a menos que hoje. O fim das obras prevê-se para o ano 2017.

Fonte: Wikipédia.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

RS: Presidente da Assembléia acata pedido de impeachment de Yeda


Deputado Ivar Pavan anunciou decisão nesta quinta-feira (10) de manhã na Assembléia Legislativa. Parlamentar afirmou que se baseou na ação de improbidade administrativa do Ministério Público Federal, em que foram encontrados 26 citações que revelam fortes indícios da relação da governadora Yeda Crusius com o esquema de corrupção.

Porto Alegre (RS) - O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Ivar Pavan (PT), aceitou o pedido de impeachment da governadora Yeda Crusius feito pelo Fórum dos Servidores Públicos Estaduais. A decisão foi anunciada pelo deputado na manhã desta quinta-feira (10) em Porto Alegre (RS).

Pavan afrmou que a sua função era analisar se há indícios da relação entre a governadora e o esquema de desvio de recursos públicos no Detran. Para isso, foi analisada a ação de improbidade administrativa do Ministério Público entregue à Justiça Federal, da qual foram selecionadas 26 citações que revelam fortes indícios do envolvimento de Yeda com o esquema. Entre as citações, está o depoimento do ex-presidente do Detran, Sergio Buchmann.

"Analisando os autos, e como destacou o procurador-geral da República em visita que fiz lá em Brasília, não há dúvida de que um grande esquema criminoso se organizou no Rio Grande do Sul para desviar recursos públicos", afirmou.

No processo de afastamento, Yeda responderá por crime de responsabilidade enquadrado na Lei Federal n.º 1.079/50. Rejane de Oliveira, presidente do Cpers Sindicato, que integra o Fórum de Servidores, diz que já esperava pela decisão de Pavan porque o pedido estava bastante consistente. Sobre a possibilidade do pedido ser barrado na Assembléia pela maioria dos deputados, que é da base do governo, Rejane aposta na força da mobilização popular.

"E agora com pressão popular vamos cobrar da Assembléia Legislativa, aos deputados, que cumpram com o seu papel. Os deputados vão ter que decidir se eles são a favor ou contra a corrupção. Se eles estão do lado da população gaúcha ou se são cúmplices da governadora Yeda", diz.

Em nota, o governo estadual lamentou a decisão de Pavan em aceitar o pedido de impeachment. O governo alega que o deputado tomou a decisão por iniciativa pessoal e lembrou que a Justiça Federal de Santa Maria já havia negado o pedido de afastamento da governadora por considerar insuficientes os documentos da ação do Ministério Público.

O pedido de impeachment será apresentado no plenário da Assembléia na próxima semana e será publicado no Diário Oficial. Depois, ele irá passar por uma comissão especial, terá espaço para a contestação da governadora e no final, será formado um Tribunal para julgamento. O processo deve levar cerca de seis meses.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Atlas dos Sertões Brasileiros I

Dando continuidade ao projeto, o IBGE traz a público o seu novo trabalho, em que estão apresentadas algumas das regiões que se formaram ao longo do processo de ocupação do Território Nacional, desde o Século XVI, particularmente em segmentos aos quais, por alguma razão, foi atribuída, um dia, a condição de sertão.
Confirmando a proposta de trabalho assumida desde o primeiro volume da coleção, os recortes territoriais ora propostos – Sertões do Leste, Sertões do Ouro e Sertões dos Currais, Sertão de Cima e Sertões Nordestinos – não estão orientados pelas divisões político-administrativas tampouco pela regionalização geográfica brasileiras, mas, sim, pelas características e extensões definidas a partir das dinâmicas econômica, populacional, cultural e ambiental que lhes deram origem.
A publicação configura, inicialmente, por meio de textos e mapas, cada um dos segmentos selecionados em sua dimensão geográfica, com base na regionalização definida tanto pelo IBGE quanto por outras Instituições, enfocando, a seguir, a dimensão cultural dessas unidades territoriais com base na percepção da região pela Literatura. Essa abordagem é expressa em passagens selecionadas de José de Alencar, Coelho Netto, Agripa Vasconcelos, João Guimarães Rosa, Herberto Sales, Afrânio Peixoto, Cláudio Aguiar, Ariano Suassuna, entre outros importantes romancistas que dão visibilidade ao sertão, objeto do presente volume.
São apresentados, ainda, mapas localizando a região que emerge dos romances, bem assim fotos ou imagens. Em todos os textos, foram destacados em negrito alguns termos regionais referentes ao território e seu processo de apropriação, os quais integram um glossário, ao final da obra. Ao oferecer à sociedade brasileira este Atlas, o IBGE alinha-se às tendências mais recentes dos estudos geográficos e das Ciências Humanas em geral, que buscam incorporar a dimensão cultural à agenda das pesquisas sobre dinâmica da população e do território.
Clique aqui para baixar o Atlas dos Sertões Brasileiros I.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Atlas do IBGE - Brasil Meridional

Está disponível no site do IBGE o primeiro volume do Atlas das Representações Literárias de Regiões Brasileiras. Um projeto inédito e inovador que identifica e caracteriza as regiões geográficas a partir de obras da literatura brasileira, produzidas por importantes romancistas, como Érico Veríssimo, Cyro Martins e Simões Lopes Neto.

Em 86 páginas e quatro capítulos, o Atlas retrata o Brasil meridional: a Campanha Gaúcha, as Colônias, o Vale do Itajaí e o Norte do Paraná, através de fotos, imagens de satélite e mapas em diferentes escalas. Há um capítulo especial sobre as Missões Jesuíticas que, apesar de não constituírem uma região geográfica brasileira, têm importância estratégica para a compreensão do processo de constituição do Rio Grande do Sul.

Cada capítulo apresenta a região inicialmente como a Geografia a definiu, tanto por geógrafos do IBGE quanto de outras instituições. Esta parte contém textos e mapas. Segue-se a percepção da região pela literatura e passagens de romances que permitem sua visibilidade – capítulo intitulado Região e Romance. Por fim, são apresentados os mapas localizando a região citada pelos romances e fotos ou imagens da mesma.

Os próximos volumes do Atlas serão dedicados aos Sertões Brasileiros, Amazônia e Costa Brasileira, mantendo a preocupação com a qualidade da informação e utilizando a geografia de forma dinâmica.

Clique aqui para baixar o atlas do Brasil Meridional.

Imagens a -3°C










Imagens de Itaara, disponíveis no site do Diário de Santa Maria.